Wawrinka se despede do US Open com emoção e reflexão sobre legado: “Sempre dei o máximo”

Uma Noite de Emoção em Flushing Meadows

Stan Wawrinka viveu uma despedida agridoce do US Open. Mesmo com a derrota para o italiano Matteo Berrettini por 3 sets a 0 (7/6, 7/6 e 6/0), o suíço de 41 anos sentiu o carinho da torcida em Nova York, palco de um de seus maiores triunfos em 2016. Aos 41 anos e em sua última temporada como profissional, Wawrinka, que recebeu um convite de última hora da organização, mostrou gratidão pela oportunidade de jogar mais uma vez no Grand Slam americano.

Legado e Gratidão: A Essência de Wawrinka

Com três títulos de Grand Slam na carreira, Wawrinka refletiu sobre o legado que deixa no tênis. Mais do que resultados, o suíço destaca o reconhecimento e o afeto recebidos dos fãs ao longo de sua turnê de despedida. “Nunca tentei fazer as coisas para que as pessoas se lembrassem de mim de uma maneira ou de outra. Para mim, a única coisa que posso ver neste último ano, desde que anunciei, é o carinho que recebo em cada partida e em cada torneio que disputo”, afirmou o ex-número 3 do mundo.

O veterano ressaltou a importância de sempre ter dado o seu melhor. “De certa forma, isso também me mostra que talvez eu tenha feito a coisa certa durante todos esses 20 anos, buscando sempre dar tudo, lutar, estar presente, sempre dar o máximo e superar meus próprios limites no esporte. Isso é o mais importante para mim, e é o que recebo dos torcedores quando jogo”, exaltou.

Nova York: Um Amor Recíproco

Wawrinka também fez questão de enaltecer a relação especial que construiu com Nova York. Além do título de 2016, o suíço foi semifinalista do US Open em 2013 e 2015, consolidando uma trajetória de sucesso em Flushing Meadows. “Nova York é uma cidade realmente especial. Tornou-se de longe uma das minhas cidades favoritas. Tenho muitos amigos aqui. No US Open, a atmosfera é sempre incrível. Você sente o apoio e a maneira como os norte-americanos amam o esporte”, elogiou.

Olhando para o Futuro: Despedida e Exibição

Questionado sobre a possibilidade de ingressar no Hall da Fama, Wawrinka preferiu manter o foco em seus últimos meses de carreira. A despedida oficial do circuito está prevista para o ATP 500 da Basileia, em outubro. No entanto, o suíço planeja um evento especial em dezembro, em Genebra, com a presença de amigos como Roger Federer, Andy Murray e Gael Monfils, para um “One Last Backhand”, marcando de forma memorável o fim de sua jornada profissional.

Fonte: tenisbrasil.uol.com.br

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