Stephen Curry critica modelo da NBA e alega que jogadores são ‘mal pagos’ por não terem participação em franquias
Modelo da NBA impede participação em franquias
O astro da NBA, Stephen Curry, manifestou publicamente sua insatisfação com o modelo econômico da liga. Em entrevista recente, o armador do Golden State Warriors criticou as regras que impedem jogadores em atividade de se tornarem sócios das franquias. Segundo Curry, essa proibição, prevista no acordo coletivo (CBA), limita o potencial de ganhos dos atletas no longo prazo.
Crescimento patrimonial excluído dos jogadores
A declaração de Curry surge em um momento de alta valorização das equipes da NBA. Ele argumenta que o modelo atual prioriza receitas imediatas, como os salários, mas exclui os jogadores do crescimento patrimonial que as franquias experimentam. “Pela forma como o CBA está estruturado atualmente, não podemos participar do ‘equity’. E isso é muito importante, porque isto é uma parceria com os proprietários. É uma parceria com a liga. E nós estamos do lado de curto prazo dessa receita”, explicou o jogador em entrevista ao podcast “360 With Speedy”.
‘Mal pagos’ pela ausência de participação
Curry foi enfático ao abordar a distribuição financeira dentro da liga. “A ideia de que não podemos participar do ‘equity’ enquanto estamos jogando é parte do motivo pelo qual eu diria que sim, somos mal pagos, porque você quer poder participar desse crescimento”, afirmou. A proibição visa, segundo o CBA, evitar conflitos de interesse, mas a discussão sobre a inclusão dos jogadores no modelo de participação acionária deve ganhar força nas próximas negociações entre a liga e o sindicato dos atletas.
O futuro das negociações do CBA
A crítica de Stephen Curry lança luz sobre um ponto crucial nas futuras negociações do acordo coletivo da NBA. A possibilidade de atletas em atividade terem participação acionária em franquias pode redefinir a relação financeira entre jogadores e proprietários, abrindo novas avenues de rentabilidade e reconhecimento para os atletas, que, além de seus salários, poderiam se beneficiar diretamente da expansão do valor das equipes ao longo do tempo.
Fonte: esportenewsmundo.com.br



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