Shelton lamenta erros em final de Grand Slam, mas celebra início de jornada: ‘Estou apenas começando’
Erros em momentos decisivos custam título a Shelton
Ben Shelton lamentou a quantidade de erros não forçados cometidos durante a final de Grand Slam, especialmente em momentos cruciais contra Alexander Zverev. O americano reconheceu que as poucas oportunidades criadas contra o poderoso saque do alemão exigiam maior precisão e letalidade, algo que faltou em seu jogo. “Cometi erros demais quando tinha a bola na minha raquete. Ou colocava uma ótima devolução em jogo e a bola ficava alta, ou estava jogando bem do fundo e tinha um forehand para atacar. Não fui incrível atacando com meu forehand hoje. Não fui ótimo nas transições. Errei demais.”, desabafou Shelton.
Zverev elogiado como o melhor sacador e tenista completo
O jovem tenista não poupou elogios ao campeão, Alexander Zverev, classificando seu serviço como o melhor do circuito atualmente. Além do saque potente, Shelton destacou a evolução do alemão em todos os aspectos do jogo. “O saque. Ele tem o melhor saque do tênis. Mas você combina isso com o quão completo ele é como tenista, com o quanto melhorou na rede. É um jogador de elite se movimentando com 1,98m, tem muita envergadura, então devolve muito bem. É sólido do fundo e também um dos caras mais preparados fisicamente do circuito”, analisou.
Visão de longo prazo e a experiência de um “late bloomer”
Apesar da derrota na primeira final de Grand Slam de sua carreira, Ben Shelton demonstrou maturidade e uma visão de longo prazo. Ele se descreveu como um “late bloomer”, alguém que amadureceu mais tarde no circuito, e afirmou que sua trajetória sempre foi de perseguir tenistas mais experientes. “Minha vida inteira tive caras à minha frente, caras que estou perseguindo, caras que estou tentando alcançar. Sou um late bloomer. É assim que sempre foi. Não é diferente agora”, declarou, confiante em seu potencial de evolução.
O impacto e o vício de disputar uma final de Grand Slam
Shelton descreveu a experiência de disputar uma final de Grand Slam como “muito especial” e “viciante”. A emoção de entrar em quadra para uma decisão em um palco como o do US Open, algo que nunca havia experimentado antes, deixou uma marca profunda. “Entrar naquela quadra hoje, não existe nada igual. Nunca senti nada parecido antes. É viciante estar em posições como esta”, compartilhou o americano, que agora mira os próximos passos em sua promissora carreira.
Fonte: tenisbrasil.uol.com.br



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