Liga das Nações de Vôlei: Brasil busca recuperação na reta final para garantir vaga na Fase Final
Altos e baixos marcam campanha brasileira na VNL 2026
A Liga das Nações de Vôlei (VNL) 2026 tem apresentado uma montanha-russa para a seleção brasileira. Após um início avassalador na primeira semana, com cinco vitórias consecutivas em Brasília, a equipe não conseguiu manter o embalo e despencou na tabela de classificação. Atualmente, o Brasil ocupa a nona posição com 13 pontos, fruto de cinco vitórias e três derrotas.
Com a China já garantida na Fase Final por ser o país-sede, o Brasil precisa escalar o ranking e alcançar pelo menos a oitava colocação até o fim da fase classificatória para seguir sonhando com o título.
Desafios da segunda semana e o caminho em Chicago
A empolgação da primeira semana, onde o Brasil venceu Irã, Bélgica, Sérvia e Argentina, deu lugar a dificuldades na segunda etapa em Ljubljana. A equipe sofreu derrotas para Ucrânia, Itália e Eslovênia, conseguindo apenas uma vitória contra o Canadá em um jogo disputado.
A terceira e última semana da fase classificatória, que ocorre em Chicago entre 8 e 12 de julho, será decisiva. O Brasil terá pela frente adversários de peso: a bicampeã olímpica França, os anfitriões Estados Unidos, a atual campeã da VNL Polônia e a própria China.
Destaques individuais em meio à instabilidade
Apesar da irregularidade da equipe, alguns jogadores têm se sobressaído. O oposto Darlan se firmou como a principal arma ofensiva, liderando o time em pontos (112) e se destacando no saque, com nove aces, figurando em sexto lugar nas estatísticas da VNL.
O levantador Cachopa tem sido um pilar de consistência, aparecendo em segundo lugar no ranking de levantadores com 267 ações bem-sucedidas e demonstrando bom desempenho na defesa. Já o central Judson, que desfalcou na estreia, tornou-se peça fundamental, sendo o segundo maior pontuador brasileiro com 72 pontos e se destacando em vitórias cruciais contra Sérvia e Argentina.
Fonte: www.melhordovolei.com.br



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