Sabalenka lamenta derrota para Rybakina em final do US Open e admite frustração, mas exalta rival e elenca qualidades da cazaque

Sabalenka reconhece superioridade de Rybakina em nova final de Grand Slam

Aryna Sabalenka admitiu sua frustração após mais uma derrota para Elena Rybakina em uma final de Grand Slam, desta vez no US Open. A jogadora bielorrussa, que vinha de cinco finais disputadas, não conseguiu impor seu jogo e reconheceu que a rival foi superior. “Você está pensando demais. Eu estava simplesmente lá competindo, tentando fazer o meu melhor com o que eu tinha hoje. Não foi suficiente”, resumiu Sabalenka, descartando a hipótese de que a pressão de tantas decisões tenha afetado seu desempenho.

Rivalidade em ascensão: Sabalenka e Rybakina protagonizam confrontos épicos

A final do US Open marcou a segunda decisão de Grand Slam entre as duas tenistas na temporada, repetindo o embate do Australian Open, onde Rybakina também saiu vitoriosa. Sabalenka destacou o fortalecimento da rivalidade entre elas, impulsionado pela sequência de grandes partidas. A bielorrussa elogiou as qualidades de Rybakina, especialmente em quadras rápidas como a do US Open, citando o saque potente e a agressividade como pontos fortes da adversária. “O saque dela é incrível, a maneira como consegue entrar na quadra e dominar você, especialmente se for uma quadra do US Open, onde é super rápida. Definitivamente é uma grande vantagem para ela. Muitas coisas fazem dela uma jogadora perigosa”, frisou.

Fim de um reinado: Sabalenka deixa a liderança do ranking após quase dois anos

A derrota em Nova York também marca o fim do longo reinado de Sabalenka no topo do ranking da WTA. Após 99 semanas consecutivas como número 1 do mundo, a bielorrussa cederá a posição para Elena Rybakina, que assumirá a liderança pela primeira vez em sua carreira. Sabalenka, que já havia liderado o ranking por oito semanas entre setembro e novembro de 2023, valorizou a marca alcançada e encarou a perda da liderança com bom humor. “Acho que é uma conquista incrível, e nem sei quantas semanas consegui ficar lá. 99? Isso é incrível. Vamos ver se Elena consegue me superar nisso. Se ela continuar jogando assim, então estou em apuros”, brincou.

Fonte: tenisbrasil.uol.com.br

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