Zverev na final do US Open: A redenção após o trauma de 2020 e a chance de silenciar a torcida americana

Nova chance em Nova York

Alexander Zverev está de volta à final do US Open, uma oportunidade que ele aguardava desde 2020. Desta vez, o cenário será drasticamente diferente. Em sua última final em Flushing Meadows, Zverev enfrentou as arquibancadas vazias, um reflexo da pandemia de COVID-19. Agora, ele se prepara para a icônica Arthur Ashe Stadium lotada, com a certeza de que a torcida estará predominantemente contra ele.

Sensação fantástica e desafio americano

“Acho que será uma sensação fantástica jogar uma final em uma Arthur Ashe lotada e não em uma vazia”, declarou Zverev, visivelmente empolgado com a perspectiva. O alemão aguarda o vencedor do confronto entre os americanos Ben Shelton e Frances Tiafoe. “Esses dois caras são os favoritos da torcida aqui em Nova York, todo mundo gosta deles. Espero conseguir impedir que o sonho americano se torne realidade no domingo”, completou, demonstrando confiança e um toque de provocação.

O fantasma de 2020 e a força do presente

A lembrança da final de 2020, que ele acabou perdendo para Dominic Thiem após estar em vantagem, ainda paira. O trauma, como ele mesmo descreve, “durou até Paris”, referindo-se à sua participação em Roland Garros. No entanto, Zverev chega à decisão deste ano com um histórico favorável contra seus possíveis adversários. Contra Ben Shelton, ele ostenta um retrospecto impecável de cinco vitórias em cinco jogos. Já diante de Frances Tiafoe, a vantagem é ainda maior, com nove triunfos em dez confrontos.

Busca pelo segundo Grand Slam

Com três finais de Grand Slam em um mesmo ano (contando as outras aparições fora do Big 3), Zverev demonstra uma consistência notável no circuito. A conquista de seu segundo título de Grand Slam é o objetivo claro, e ele parece determinado a superar a pressão da torcida e a memória do passado para erguer o troféu em Nova York.

Fonte: tenisbrasil.uol.com.br

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