CBV e FIVB se reúnem no Rio para estreitar laços e planejar futuro do voleibol brasileiro

Diálogo Renovado para o Voleibol

Uma reunião significativa ocorreu nesta sexta-feira (11/9), no Rio de Janeiro, marcando um momento de aproximação entre a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e a Federação Internacional de Voleibol (FIVB). O encontro, descrito pela CBV como um “estreitamento de relações entre as entidades”, contou com a presença de importantes nomes de ambas as organizações.

Representantes de Peso Presentes

A comitiva da FIVB foi composta por Hugh McCutcheon, secretário-geral da entidade, Luiz Fernando Lima, consultor estratégico, e Marcelo Hargreaves, representante da Volleyball World. Marco Tullio Teixeira, presidente da Confederação Sul-Americana de Voleibol (CSV), também esteve presente no evento. Pelo lado da CBV, o presidente Radamés Lattari liderou a recepção, acompanhado pelo vice-presidente Gustavo Toroca, pelo diretor técnico Jorge Bichara e pelo gerente de competições de quadra, Marcelo Elgarten.

Importância da Aproximação Estratégica

Após um período de relações mais distantes, a aproximação entre CBV e FIVB é vista como crucial. Radamés Lattari destacou a importância do diálogo contínuo para identificar oportunidades, compartilhar experiências e trabalhar conjuntamente pelo avanço do voleibol. “O Brasil tem uma participação muito relevante no cenário internacional da modalidade. A CBV está sempre disposta a contribuir e construir novos caminhos em parceria com a FIVB e as demais entidades do voleibol”, afirmou Lattari.

Visão Global e Reconhecimento ao Brasil

Hugh McCutcheon ressaltou a relevância de manter uma conexão forte com todos os envolvidos no “Movimento Global do Voleibol”. Ele elogiou o papel de destaque do Brasil no esporte, mencionando a rica história, a paixão dos torcedores e o sucesso das equipes de vôlei de praia e de quadra. McCutcheon também reconheceu a contribuição do país em sediar eventos internacionais de grande porte, como os Jogos Olímpicos Rio-2016, proporcionando palcos extraordinários para a modalidade. “Desde o Rio-2016 até os diversos eventos internacionais realizados no país, o Brasil e seus fãs proporcionaram um palco extraordinário para o nosso esporte”, comentou.

Fonte: webvolei.com.br

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