Osasco Vôlei participa de debate global da FIVB para reformular calendário mundial a partir de 2029

Revisão Estratégica para o Voleibol

Em busca de uma estrutura mais organizada e previsível para a modalidade, o Osasco São Cristóvão Saúde, representado pelo técnico Luizomar de Moura, participou ativamente de uma rodada de consultas promovida pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB). O encontro, focado no desenvolvimento do calendário mundial de vôlei para o período de 2029 a 2032, visa solucionar um dos desafios crônicos do esporte: a sobreposição de datas entre competições de clubes e seleções nacionais.

Diálogo Aberto para um Calendário Integrado

A consulta, iniciada em 2025, reuniu importantes clubes de diversas nacionalidades para discutir propostas que permitam a definição de períodos claros para os torneios de seleções, além de conceder maior espaço para o planejamento de ligas e equipes. Luizomar ressalta a importância dessa colaboração: “Vemos com bons olhos a iniciativa e, principalmente, a disposição da FIVB em ouvir os clubes e os demais envolvidos. Existe uma oportunidade de construir um calendário mais organizado, previsível e que possa gerar benefícios para todos”.

Impacto Comercial e Valorização do Esporte

A reformulação do calendário não se limita apenas ao aspecto esportivo. Segundo o treinador, uma organização integrada tem o potencial de impulsionar a valorização comercial das competições. Cronogramas bem definidos e eventos com identidade própria podem aumentar o alcance de audiência, atraindo mais patrocinadores e, consequentemente, gerando novas fontes de receita. O Osasco, pioneiro no programa de sócio-torcedor no vôlei brasileiro, entende a relevância de explorar novas oportunidades comerciais para o esporte como um todo.

Visão Conjunta para o Futuro do Vôlei

Luizomar enfatiza a necessidade de uma visão holística, onde clubes, seleções e competições nacionais e internacionais sejam vistos como partes interdependentes do mesmo ecossistema. “Precisamos olhar para o todo. Clubes, seleções e competições nacionais e internacionais fazem parte do mesmo esporte e dependem uns dos outros. Se conseguirmos criar um calendário que valorize melhor cada um desses momentos, proteja os atletas e, ao mesmo tempo, torne o voleibol mais atrativo para torcedores, mídia e patrocinadores, todos ganham”, conclui, destacando o valor da construção coletiva do futuro do voleibol mundial.

Fonte: www.melhordovolei.com.br

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