Superstição de 2010 dá certo? Cucurella repete ritual de Capdevila e Espanha é bicampeã mundial
Um ritual que atravessa gerações
A conquista da Copa do Mundo de 2022 pela Espanha foi marcada não apenas pelo talento em campo, mas também por um toque de superstição que conectou as duas gerações campeãs. O lateral-esquerdo Marc Cucurella, atendendo a um pedido inusitado do ex-jogador Joan Capdevila, repetiu um ritual que, segundo o campeão de 2010, foi fundamental para a primeira conquista mundial da Fúria.
Pouco antes da decisão contra a Argentina, Cucurella foi visto retirando uma moeda da meia e a enterrando discretamente na lateral do gramado. A cena, capturada em vídeo, viralizou nas redes sociais após a vitória espanhola.
A moeda da sorte de Capdevila
Joan Capdevila, titular da seleção espanhola na Copa do Mundo de 2010, revelou que a prática de enterrar uma moeda no gramado antes da final contra a Holanda foi sua própria superstição. Ele decidiu compartilhar esse costume com Cucurella, o atual ocupante da lateral esquerda da seleção, na esperança de repetir o sucesso.
“Em 2010, enterrei uma moeda no gramado antes do início da partida. Já contei isso milhões de vezes. Pedi ao Cucurella que fizesse o mesmo ontem. Marc, gosto muito de você. Você é campeão do mundo!”, escreveu Capdevila em suas redes sociais, celebrando o bicampeonato.
Amuleto oficial da Fúria?
A coincidência entre o ritual e o desempenho de Cucurella, que foi um dos destaques da campanha espanhola, chamou a atenção dos torcedores. A superstição rapidamente ganhou força nas redes sociais, com muitos brincando que a moeda se tornou um “amuleto oficial” da seleção. Há quem defenda que o costume seja mantido nas próximas edições da Copa do Mundo.
Dezesseis anos após a primeira taça, a tradição ganhou uma nova versão e, para muitos, foi um fator decisivo para a segunda estrela espanhola no peito. O jornal espanhol Marca já especula sobre a manutenção do amuleto para a Copa de 2030.
Fonte: esportenewsmundo.com.br



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