VNL 2025 para 2026: Saiba quem entra e quem sai da lista da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei

Brasil mantém base forte para a VNL com novidades estratégicas

A Seleção Brasileira feminina de vôlei apresenta poucas alterações em sua lista de inscritas para a Liga das Nações (VNL) nas temporadas de 2025 e 2026. A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) divulgou a relação de 30 atletas, revelando uma notável estabilidade em relação ao ano anterior, com 21 jogadoras mantidas. A lista reflete uma estratégia de continuidade, buscando consolidar o trabalho e a experiência adquirida pela equipe.

Retornos de peso e novos talentos compõem o elenco

Entre as novidades, destacam-se os retornos de jogadoras experientes e com histórico olímpico. Nyeme e Natinha, líberos que estiveram presentes na campanha dos Jogos de Paris, voltam a figurar na lista após um período de ausência. A ponteiras Drussyla, Karina e Maiara Basso também retornam, agregando mais opções e qualidade ao grupo. Essas atletas, que já tiveram passagens importantes pela seleção, trazem consigo bagagem e conhecimento tático, essenciais para o alto nível da VNL.

Posições-chave recebem reforços e ajustes

A análise detalhada por posição revela os ajustes feitos pela comissão técnica. No levantamento, Bruninha surge como nova opção, enquanto Lyara, Giovana e Marina Sioto deixaram a lista. Na oposta, a chegada de Jaque Schmitz preenche a vaga deixada por Ariane. As ponteiras veem a saída de Aline Segato e Karol Tormena, mas ganham a experiência de Drussyla, Karina e Maiara Basso. As centrais também recebem novas caras com Larissa e Lívia, em substituição a Mayhara e Valquiria. No líbero, o retorno de Nyeme e Natinha marca a saída de Laís.

O que muda para a próxima temporada da VNL

Apesar da manutenção de 21 nomes, as nove atletas que entram na lista representam um acréscimo estratégico para a Seleção. A inclusão de jogadoras que já vestiram a camisa canarinho em momentos cruciais, como Nyeme e Natinha, sinaliza a busca por um time ainda mais competitivo e com profundidade. A Liga das Nações, que em 2026 contará com novidades tecnológicas, será um importante palco para testar e aprimorar essas formações, visando os próximos grandes desafios do vôlei feminino brasileiro.

Fonte: webvolei.com.br

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