Lara Nobre, capitã do Fluminense, lamenta eliminação na Superliga e projeta futuro: ‘Esperava mais da gente’

Frustração nas quartas de final

A central Lara Nobre, capitã do Fluminense na última edição da Superliga feminina, expressou sua frustração com a eliminação da equipe nas quartas de final do campeonato, diante do Osasco São Cristóvão Saúde. Em entrevista ao Basticast, a jogadora, que encerra um ciclo de oito temporadas no clube carioca, admitiu que esperava um desempenho superior do time na série decisiva.

“Esperava mais da gente nas quartas, acho que a gente ia dar mais trabalho”, declarou Lara, que construiu uma forte identificação com o Fluminense desde sua chegada em 2016. Ela acompanhou de perto o crescimento do clube e o aumento do investimento na estrutura ao longo dos anos.

Trajetória de superação e conquistas

Com mais de 200 jogos pelo Tricolor, Lara encerra uma de suas passagens mais marcantes justamente em um período de transformação para o clube. Sua trajetória no vôlei é marcada por momentos de superação, desde a descoberta tardia do esporte até os desafios de lesões graves. Um dos pontos altos de sua carreira foi a convocação para a Seleção Brasileira e o trabalho com Bernardinho no Sesc.

“Eu tinha conquistado aquilo que eu queria. Cara, eu tô voando, conquistei tudo aquilo que eu queria. Agora ninguém me segura mais”, relembrou a jogadora, que também vivenciou um momento difícil ao sofrer uma lesão no ligamento cruzado anterior (LCA) enquanto defendia a Seleção.

Novos objetivos e sonho da maternidade

Aos 37 anos, Lara Nobre garante que ainda tem metas importantes a serem alcançadas. Entre seus objetivos estão disputar uma semifinal e uma final de Superliga, retornar à Seleção Brasileira e realizar o sonho da maternidade. Pensando no futuro, a central revelou que congelou seus óvulos.

“Apesar de já estar com 37 anos, acho que nada é impossível”, finalizou a atleta, que deixa o Fluminense em busca de novos desafios e realizações pessoais.

Fonte: webvolei.com.br

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